Para empréstimos estudantis federais, três planos dominam. O plano padrão de 10 anos minimiza juros totais porque o principal cai mais rápido — ideal quando a renda cobre confortavelmente a parcela fixa. O IDR (pagamento por renda) limita a parcela a 10%–20% da renda discricionária; você paga mais juros mas o saldo é perdoado após 20–25 anos. PSLF apaga o saldo após 120 pagamentos qualificados (10 anos) em empregadores públicos ou sem fins lucrativos. A escolha depende da razão dívida/renda. Quem tem dívida acima de 1,5× o salário inicial geralmente economiza mais no IDR mesmo sem perdão, porque parcelas menores liberam aporte para aposentadoria com retorno maior. Abaixo disso, o padrão vence. Evite Extended/Graduated por 20–25 anos sem perdão: só paga mais juros sem benefício.